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Saiba Mais – Estágios Operacionais da Cidade

Significa que não há ocorrências que provoquem grande alteração no dia a dia da população. Neste estágio, podem ocorrer, por exemplo, pequenos acidentes, enguiços de veículos, queda de árvores sem ou com pouco impacto para a fluidez no trânsito, além de acúmulos de água na via que não geram riscos ou interfiram de forma importante na circulação do tráfego.

Representa que um ou mais incidentes estão impactando no mínimo uma região da cidade, podendo causar reflexos relevantes no trânsito ou comprometer o deslocamento da população. O acúmulo de água em vias importantes ou bolsões em ruas e avenidas podem, por exemplo, levar a cidade a entrar neste estágio operacional.

Indica que, pelo menos, uma grave ocorrência ou um evento inesperado de grande porte está causando algum tipo de transtorno em uma ou mais regiões da cidade. Ou ainda um temporal que eleve o índice pluviométrico e o risco de deslizamento nas encostas. Nestes casos, equipes emergenciais da prefeitura já estão atuando para minimizar os impactos e possíveis riscos que a população (ou parte dela) esteja correndo.

Conheça o Centro de Operações da Prefeitura do Rio

O Centro de Operações Rio (COR) é o primeiro equipamento olímpico entregue pela Prefeitura do Rio. Inaugurado em dezembro de 2010, seis anos antes dos Jogos Rio 2016, o prédio funciona como quartel-general de integração das operações urbanas no município. Cerca de 30 órgãos (secretarias municipais e concessionárias de serviços públicos) estão integrados no edifício para monitorar a operação da cidade e minimizar seus impactos na rotina do cidadão ou durante a realização de grandes eventos. Durante 24 horas por dia, nos sete dias da semana, o COR busca antecipar soluções, alertando os setores responsáveis sobre os riscos e as medidas urgentes que devem ser tomadas em casos de emergências, como chuvas fortes, deslizamentos e acidentes de trânsito. Mais de 500 profissionais se revezam em três turnos neste monitoramento da cidade.

O COR usa alta tecnologia para o gerenciamento das informações fornecidas pelas agências integradas e por diversos tipos de sensores estrategicamente posicionados. Cerca de 800 câmeras da prefeitura são monitoradas pela equipe do COR, que também tem acesso a outras 400 gerenciadas por concessionárias de serviços públicos e pela Secretaria Estadual de Segurança Pública. Todas as câmeras e informações de sensores e softwares podem ser visualizadas de forma integrada em um telão de 65 metros quadrados na sala de controle do COR. Em situações de crise, o centro operacional conta ainda com sistema de videoconferência que permite comunicação em tempo real com a residência oficial do prefeito e a sede da Defesa Civil municipal.

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O COR no Jogos Olímpicos 2016 – o Centro de Operações Rio criou dois times operacionais dedicados a monitorar as atividades planejadas e a responder ocorrências não previstas da forma mais rápida e efetiva, durante os Jogos Rio 2016. Um destes grupos atuou na sala de controle do COR, em um espaço denominado bancadas olímpicas. Eram setores de monitoramento que acompanhavam a agenda olímpica, com atenção especial para as regiões do Maracanã (que incluía o complexo esportivo do Maracanã, o Engenhão e o Sambódromo), Barra (onde está localizado o Parque Olímpico e outras instalações esportivas), Deodoro e Copacabana (que abrangia também a Lagoa e a Marina da Glória). Cada time regional também contava com assessores de redes sociais, responsáveis por monitorar as postagens em cada uma destas áreas e identificar possíveis ocorrências que demandassem acionamento de serviços públicos.

A outra equipe de trabalho dedicada aos Jogos estava no Centro Integrado de Mobilidade Urbana (CIMU). Este pequeno centro operacional monitorou de forma integrada o sistema de transporte da cidade. O CIMU é composto por representantes das concessionárias de transportes e das agências públicas que atuam na mobilidade urbana, liderados pelas secretarias de transportes municipal e estadual. Os profissionais que operavam nesta sala estavam aptos a acionar respostas a ocorrências que afetassem a mobilidade e dar início a implementação de contingências para minimizar o impacto de possíveis problemas nos diferentes modais. Metrô Rio, Supervia, BRT, RioÔnibus e VLT eram algumas das agências representadas neste centro integrado.